Ata da Assembleia do dia 22/11/2023
Ata da Assembleia Geral do SINTARQ – 22/11/2023
Pautas Propostas Inicialmente:
1. Informes: Devolutiva do ano (atividades realizadas pela CGS)
2. Apresentação do esboço do estatuto;
3. Campanha de arrecadação;
4. Itinerário de formação política.
A assembleia iniciou às 20h10min, pelo horário de Brasília (na sala de vídeochamada http://meet.google.com/eco-duku-wwy), com a presença inicial de 17 participantes. Marcada para iniciar às 20h00min, mas foram dados 10 minutos de tolerância para a entrada de mais pessoas.
Pessoa 1: Apresentou as pautas, na ordem estabelecida
Pessoa 2: Começou a apresentação da Devolutiva das ações do CGS no ano de 2023, uma vez que as reuniões eram concentradas nos grupos de whatsapp, após isso a UNIVASF, fez um convite para que a Pessoa 2, e Pessoa 3 e o presidente do sindicato de arqueólogos de portugal, falasse da importância da criação de um sindicato e ou um conselho, no mesmo dia dessa apresentação foi criado a ABAP, uma associação de empresários do ramo da arqueologia, a partir daí os arqueólogos se reuniram em uma reunião e foi formado uma comissão provisória para a criação do SINTARQ.
Continuou informando que os canais de comunicação da CGS foram criados, e que o CSG foi convidado para participar do Fórum de Arqueologia de contrato, promovido pelo Arqueoempresa, no qual um dos membros participou, com a ajuda financeira do próprio evento.
Ainda apresentou o editorial e o cronograma desse editorial, fez o convite para que os presentes escrevam sobre as temáticas apresentadas
Falou sobre a campanha de cadastramento no CNA/IPHAN, IBAMA, e inscrição municipal, sendo que está sendo confeccionado uma cartilha com tutorial.
Falou sobre a importância de uma formação política, e que essa pauta será detalhada mais à frente,
Continuou com a pauta do estatuto e das tratativas de assessoria jurídica, retomando os valores e escritórios de advocacia que foram orçados …
Para tal feito, precisamos de um orçamento que será arrecadado através de uma campanha de arrecadação, com o nome : “Arrecada Sintarq, Juntos por uma arqueologia sindicalizada” no valor de 20 mil reais, com a vaquinha online e o pix direto.
Pessoa 4, respondeu que a ideia do Fórum é antiga, vem desde 2015, que ele não vai garantir que o fórum aconteça online, por questões de logística, porém pode ser que um ou outro painel seja transmitido pelo perfil do instagram.
Pessoa 5, diz que no congresso da SAB, foi discutida a criação de um conselho, ou a inclusão da arqueologia a um conselho, e que o conselho de museologia, sinalizou a possibilidade de incluir da arqueologia, a SAB abriu um GT para tratar do assunto. Sobre o orçamento, deixou o advogado da universidade à disposição.
Pessoa 6, esclarece que fez parte do sindicato dos conselho nacional de classe, e que primeiro deve-se criar um sindicato, depois uma federação e após isso a questões políticas, que ele acredita que com o atual governo, a criação de um conselho com muita luta seria possível.
Pessoa 4,falou sobre a SAB, e lembrou que durante um concurso do IPHAN, a SAB se posicionou contrária à participação de graduandos no concurso, ele questionou a atuação da SAB na luta dos trabalhadores de arqueologia, e pediu cautela com a SAB.
Pessoa 2, Esqueceu de dizer no início que o CGS, descobriu a existência de um sindicato antigo de trabalhadores de arqueologia, o SINPA, porém o mesmo está inativo e não teremos problemas futuros.
Pessoa 6, concorda com a pessoa 4 , e contou que o mesmo entrou com um mandado de segurança contra o IPHAN, no concurso, pois apenas quem tem mestrado pode concorrer, e a SAB é uma entidade científica e não de classe.
Pessoa 5, comentou no chat A SAB investiu recursos da sociedade e atuou de forma oficial, como presidente e outros cargos, na disputa pela regulamentação, por anos a fio. Mas é fato que a SAB não é um sindicato e nem tem que ser. São associações completamente diferentes.
Pessoa 7, Levantou que a arqueologia vem a tempos passando por problemas, e que realmente a SAB, não é uma sociedade sindical, mas que nos precisamos de colegas antigos, pois a entidade pode sim nos ajudar, que não podemos nos dividir.
Pessoa 1 Apresentou a estrutura da escrita do estatuto, onde inicialmente foram criados verbetes, para nortear a escrita final, explicou todas as minúcias de cada capítulo, com base na CLT.
Pessoa 2: Deu a sugestão da criação de um grupo de trabalho para a escrita sistemática, onde capitulo por capitulo seja escrito juntamente com a base.
Pessoa 5: Pensando que o volume de trabalho é grande, nem sempre toda as decisões serão feitas nas assembleias, por isso pensar em referendos, para decisões mais urgentes
Pessoa 1: Concorda, até porque não conseguimos fazer a leitura de toda a CLT, portanto é importante essa participação.
Pessoa 8: Lembrou das dificuldades que todos temos, é que diante disso o GT é de suma importância, para sistematizar a escrita.
Pessoa 7: Perguntou como fica a questão dos técnicos, no sindicato
Pessoa 1, respondeu que segundo a lei de 2018 nos norteiam que o sindicato é para representar a categoria, e que mais pra frente podemos sim representá-los, porém de início apenas a categoria arqueólogos
Pessoa 2 explicou que o termo classe, é todos os trabalhadores, pertencentes ao proletariado, e que a categoria é os arqueólogos, que somos por enquanto uma associação.
Pessoa 1, acrescentou, que não precisamos da aprovação do Estado para a criação do sindicato.
Pessoa 2, apresentou a pauta da arrecadação. O Nome da campanha é arrecadar “Sindarq: Juntos por uma Arqueologia Sindicalizada” , no valor de R$: 21.400 na plataforma vaquinha online, através da doação na plataforma e através do PIX, pediu o compartilhamento em massa pelos colegas.
Pessoa 1 passa a palavra para a Pessoa 8, para a fala da pauta de formação política.
Pessoa 8 diz que, por uma percepção do início da criação do sindicato, entendeu que é importante que os arqueólogos conheçam a diferença do que é um sindicato, uma associação e um conselho.
Pessoa 2: Fala da importância da interação da base na construção dessa formação, e trazer perspectivas diferentes, assim como na escrita do estatuto.
Pessoa 8: Diz que o objetivo é trazer esses pensamentos diversos, desde de ideologias e autores, por isso foi pensado o texto.
Pessoa 7: sugeriu que pessoas de outros países para a construção da formação, tomando cuidado com a linha política de cada um, mas fazer uma pesquisa de nomes, e deu exemplo de Portugal, falou sobre a importância de falar sobre as dimensões culturais e dos povos originários, e trazer assuntos que outros países estão em pauta, como a repatriação de bens culturais, ainda lembrou que antigamente os arqueólogos não eram politizados, e que esse cenário vem mudando com a nova geração. Sugeriu, trazer representantes de povos originários, que fazem parte desse processo.
Pessoa 8 concordou, e disse que a ideia é essa, trazer pessoas de diferentes abordagens, mas que a questão política sempre tem embates, às vezes por falta de entendimento político mesmo.
Pessoa 1 agradeceu a participação de todos, e que essa é a última assembleia do ano, e que em janeiro votamos.
Pessoa 4: convidou os participantes a participação do fórum dia 02 de dezembro, e do documento sobre a votação de melhor e pior empresa de arqueologia
Pessoa 7: Parabenizou a CGS, e se colocou à disposição enquanto ponte com nomes de pessoas que trabalham com a preservação cultural, como indígenas que lutam pela causa dos bens culturais e materiais
A reunião foi encerrada às 21:57 com 22 membros.
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